Relativamente aos restantes espaços da Universidade, o Grupo de Trabalho da U

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Porto para a COVID-19 informa que “podem ser mantidos os serviços essenciais ao regular funcionamento das atividades académicas, como bibliotecas, salas de estudo, reprografia e alimentação, em estrita cumprimento das normas sanitárias em vigor”. O mesmo acontece com as residências geridas pelos Serviços de Ação Social da Universidade do Porto (SASUP).

Os serviços de atendimento ao público da Universidade do Porto também vão manter-se em funcionamento, desde que sejam realizados por marcação, como tem vindo a acontecer até agora.

De resto, o regime de teletrabalho continuará a ser obrigatório para todos os trabalhadores, sempre que as funções em causa o permitam.

No caso de trabalhadores e estudantes que necessitem de deslocar-se às instalações, a Universidade do Porto disponibiliza um sistema automático de emissão de declaração que pode ser utilizada para fins de justificação. Esta declaração pode ser descarregada da página pessoal do sistema SIGARRA

“Apesar de cientes do momento delicado que o país atravessa, temos a certeza de que a nossa Comunidade Académica saberá, mais uma vez, ultrapassar as adversidades e vencer os desafios que se avizinham”, conclui o comunicado da Task-Force.
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Recorde-se que a U.Porto ativou, em março de 2020, um Plano de Contingência de forma a minimizar os riscos de transmissão da COVID-19 no seio da comunidade académica.

No âmbito deste plano elaborado por um Grupo de Trabalho nomeado pelo Reitor,

foi ainda lançado um website onde são emitidas comunicações regulares com medidas e recomendações de ação para membros da comunidade académica.

Neste sentido, a Universidade apela a toda a comunidade para que continue a seguir as medidas de higiene recomendadas pelas autoridades sanitárias nacionais e internacionais.

O Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) defendeu hoje que as atividades letivas e contínuas devem continuar presenciais, avaliando a disponibilidade para “ajustar medidas” em função do que “vier a exigir” a evolução da pandemia da Covid-19.

“Como as universidades que integram o CRUP consideram que o risco de contágio por Covid-19 nas respectivas comunidades académicas se pode considerar control, às medidas de contenção que tomaram ao longo de 2020 e à forma de funcionamento compatível com o funcionamento presencial e de segurança”, afirma hoje o CRUP, perante uma perspectiva de um novo confinamento geral.

Em comunicado, o conselho de reitores afirma que “o conselho de instituições de ensino superior e o grau de preparação” das instituições de ensino superior portuguesas tem “provado ser fundamentalmente distinto” de que se registram setores de risco de atividade, defendendo um conselho das atividades letivas.

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